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	<title>Arquivos Experiências pessoais de vida - Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</title>
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	<description>O Fio Invisível conectando Corações!</description>
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	<title>Arquivos Experiências pessoais de vida - Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</title>
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		<title>Como a pedagogia sistêmica mudou a minha relação com o meu pai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 16:44:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências pessoais de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inicialmente, pensei em relatar minha experiência no trabalho, mas é muito mais coerente falar sobre como a pedagogia sistêmica mudou a minha vida pessoal. Inclusive, a minha procura pelo curso foi com o intuito de compreender e reelaborar a minha &#8230; </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Inicialmente, pensei em relatar minha experiência no trabalho, mas é muito mais coerente falar sobre como a pedagogia sistêmica mudou a minha vida pessoal. Inclusive, a minha procura pelo curso foi com o intuito de compreender e reelaborar a minha relação com o meu pai, a partir do olhar sistêmico.</p>
<p>Foi com a pedagogia sistêmica que aprendi a ser grata pela vida que ele me deu, pelos exemplos de tudo que ele me ensinou a ser, por ter me mostrado o que eu não quero ser e a forma como ressignifiquei essas questões.</p>
<p>Se, antes do curso, eu tinha mágoa devido a comportamentos passados, no decorrer do curso, aprendi a aceitar meu pai exatamente como ele é, sem julgamentos e com amorosidade. Compreendi que ele é o pai certo para mim e sou grata por todas as experiências que ele me proporcionou e a tudo que vivemos juntos. Foi importante compreender meus erros também e retornar ao meu lugar de filha. Entendi que eu sou apenas a filha e que ele dá conta do destino dele.</p>
<p>Todos os esses entendimentos me trouxeram leveza e muito mais amor. Pude sair do movimento de pena de mim mesma, por achar que tinha um pai com defeitos que eu não podia tolerar ou aceitar, “virar a chave” e compreender que tenho o pai certo para mim e só assim pude compreender quantos ensinamentos ele me trouxe. Enxerguei meus erros, deixei os ressentimentos para trás e ressignifiquei nossa história. Parei de pensar “ah como eu queria um pai ‘normal’”. Eu não preciso de um pai ‘normal’, eu tenho o pai certo para mim. Fiz as pazes comigo mesma e com meu passado. Entendi que está tudo certo e concordei com as minhas ações. Com todo esses ensinamentos adquiridos pude seguir no meu lugar com leveza e amorosidade.</p>
<p>Acredito que meu pai foi quem me “levou” a esse curso que mudou completamente a minha compreensão de vida e que me levou a fazer uma pós-graduação em terapia familiar anos atrás e a tantos outros lugares. Percebi que é ele quem me movimenta na vida e como foi bom adquirir esse entendimento. Transformar toda mágoa e dor em gratidão e amor. E quanto amor! Enfim, entendi que é esse amor pelo meu pai que me move pela vida.</p>
<p>Sinto imensa gratidão pela oportunidade de ter tido acesso aos ensinamentos da pedagogia sistêmica no IHVF, por ter conhecido todas as colegas do curso e todo o lindo compartilhamento de experiências e vidas que realizamos em cada módulo. Sigo leve, com amorosidade e respirando a força do papai e da mamãe.</p>
<p style="text-align: right;">Larissa Leite Vaz de Guimarães Correa, Asa Sul, 2019.</p>
<p>Formação em Pedagogia Sistêmica com a Educação – IHVF 2018/2019</p>
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		<title>Descobertas, reencontos e sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 15:27:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências pessoais de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá, me chamo Maria de Fátima Barbosa, sou Pedagoga, com Formação em Dinâmica de Grupos e Relação Humana, Especialista em Psicopedagogia Institucional e Clínica, MBA Executivo em Gestão de Pessoas, Mestre em Ciências da Educação e, atualmente, Formanda em Pedagogia &#8230; </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Olá, me chamo Maria de Fátima Barbosa, sou Pedagoga, com Formação em Dinâmica de Grupos e Relação Humana, Especialista em Psicopedagogia Institucional e Clínica, MBA Executivo em Gestão de Pessoas, Mestre em Ciências da Educação e, atualmente, Formanda em Pedagogia Sistêmica. Moro em João Pessoa / PB. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Trabalhei anos como educadora Polivalente, compartilhando saberes com crianças (educandos) de zero a </span><span style="font-weight: 400;">cem</span><span style="font-weight: 400;"> anos, ou seja, do primeiro ao quinto ano e EJA. Nesse contexto educacional sempre experienciei a convivência de crianças com vínculos familiares rompidos. Então, para dar conta dessa demanda, eu também precisava ser cuidada: pois, assim</span> <span style="font-weight: 400;">como eles, eu também tinha minha história de vida. Daí a busca pelo autoconhecimento nas diversas abordagens da psicologia, o que fazia me sentir forte, capaz de ver e aceitar o outro com sua história. Nessa época eu nunca tinha nem ouvido falar em Pedagogia Sistêmica, nem muito menos em Bert Hellinger</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, eu já conseguia fazer a diferença no meu trabalho educacional enfatizando a EMPATIA, pois, já trazia na minha essência o olhar de amorosidade com meus educandos. Ao sair da sala de aula fui para área técnica na supervisão escolar junto aos educadores, durante quatorze anos. </span><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Nesse período,</span> <span style="font-weight: 400;">o maior desafio era sensibilizar o educador que ainda não conseguia lidar, de forma amorosa, com os educandos que tinham dificuldades na aprendizagem &#8211; ou seja, havia uma sensação de impotência dos educadores em relação à situação. Como supervisora sempre estive ao lado do educador para dar apoio pedagógico e procurava fazer o possível para encontrar a melhor forma de ajudar as partes, tanto individualmente como no coletivo. Contudo, às vezes tinha uma sensação que faltava algo mais, para alcançar o objetivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Certo dia eu vi, em algum meio de comunicação, um informativo sobre o curso de Pedagogia Sistêmica que iria acontecer numa turma em Natal/RN, capital do estado vizinho a João Pessoa. Daí eu afirmei para mim: vou fazer esse curso. Busquei informação com a pessoa que estava organizando a turma – professora Janaína e, logo em seguida, passei a convidar várias colegas para fazer a formação. Na verdade, o campo vibracional sistêmico já estava formado positivamente para tudo acontecer. Confesso que não tenho como explicar por meio de palavras, porque tudo reverberava. Daí chegou o momento de receber o presente: eu estava pronta para apreender os novos conhecimentos que o universo me proporcionava.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No ano de 2019 tive a oportunidade de iniciar uma formação na Pedagogia Sistêmica, com a professora Hellen Vieira da Fonseca, numa turma com 18 participantes, em Natal/RN. Quero enfatizar que no primeiro dia de aula percebi que algo novo desabrochava em mim, pois várias janelas se abriram e naquele momento senti, na minha essência, que precisava olhar com carinho e amorosidade o que estava por trás dessas janelas. Mas cautelosamente seguimos na formação. Foram dois dias impactantes. Parecia que a cada movimento vivenciado algo novo renascia do inconsciente. Para minha surpresa descubro que o momento era de encontro com minha origem, com meus pais biológicos, toda minha ancestralidade materna e paterna, ou seja, minha criança renascia de forma consciente. Naquele momento eu tomava a vida de minha mãe Raimunda Ribeiro e meu pai Valfredo de Paiva Cavalcante, me sentia pertencente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Bert Hellinger, desde os primórdios da humanidade, há três princípios naturais importantes que devem ser levados em consideração, que são as leis: “pertencimento, equilíbrio e ordem”. O primeiro princípio &#8211; pertencimento: todos nós pertencemos, temos um lugar. Algumas faltas muitas vezes ficam na memória transgeracional, o que gera a infelicidade, um vazio existencial, isso está ligado a alguma exclusão sistêmica.  O segundo princípio é o do equilíbrio, da justiça, que está relacionado ao dar e receber</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> a pessoa bem agradecida, próspera, recebe muitas coisas da vida. A única coisa que só recebemos e não podemos dar na mesma proporção é a vida, que tomamos de nossos pais. O terceiro princípio é o da ordem, da obediência, reverência, respeito, disciplina: quando há violação de algum desses princípios gera dor e sofrimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, a partir desses conhecimentos na visão sistêmica, a minha vida tomou outro rumo para o mais. Reconhecer a própria origem na sua essência é o ponto de partida para o sucesso pessoal, espiritual, socioemocional e profissional. Enquanto profissional da educação eu estava encantada e impactada com tudo que estava vivenciando na formação, pois tinha certeza que minha prática pedagógica ganhava outro olhar, porque eu percebia que minha postura interna estava a despertar.  A educação sistêmica não se detém a novas metodologias ou novas técnicas pedagógicas. Ela é, por excelência</span><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> uma nova postura, trata-se de uma postura interna, uma forma de ver e se colocar na vida. Foi exatamente o que aconteceu comigo. Tenho vivenciado todos os dias essa mudança de postura pessoal a qual se estende a minha prática profissional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É com muito prazer e emoção que relato uma experiência única, vivenciada no decorrer do ano de 2019, com educandos do 6º ano da escola Professora Lina Rodrigues do Nascimento, situada na comunidade quilombola do Gurugi/Ipiranga, município de Conde/PB, onde trabalhava como supervisora escolar. Havia um projeto de leitura fluente, na rede municipal, que tinha como objetivo desenvolver a fluência com todos os educandos do Fundamental I (1º aos 5º anos), todos do 6º ano, (fundamental II), que tinham dificuldades nessa área da leitura. Eu trabalhava com educandos do 6º aos 9º anos e, então, comecei o processo de leitura com todos os setenta e cinco educandos, das três turmas dos 6º anos. Foi um trabalho lindo, porque eu levei o olhar sistêmico (de acolhida, de inclusão dos pais no meu coração, aceitação, amorosidade), visto que a Pedagogia Sistêmica é um caminho de ressignificação e amor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas frases sistêmicas apresentadas na Formação em Pedagogia Sistêmica com a Educação IHVF, com base nos ensinamentos de Bert Hellinger, que fizeram a diferença na acolhida, no processo do ensino aprendizagem junto aos educandos, partilho aqui a título de exemplo. </span><i><span style="font-weight: 400;">“EU VEJO VOCÊ”; “EU VEJO A FORÇA DE SEUS PAIS EM VOCÊ”; “EU INCLUO ESSA FORÇA NO MEU CORAÇÃO”; “VOCÊ FAZ PARTE DESSE ESPAÇO”; “AQUI VOCÊ TEM UM LUGAR” “EU OLHO PARA ONDE VOCÊ OLHA QUANDO NÃO FICA NO SEU LUGAR”.</span></i><span style="font-weight: 400;"> Além do mais, fiquei na postura de educadora, lembrando que cada um deles dava conta da sua leitura. O efeito foi impactante, o que se comprova no livro de FONSECA (2018). No segundo mês eles me pediam para tomar a leitura, sentiam prazer em ler, sem medo de errar, sem estresse e de forma prazerosa. No final do ano todos estavam lendo fluentemente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">VIEIRA (2019) enfatiza que tendo como base a inclusão, a Pedagogia Sistêmica torna-se uma aliada às metodologias de ensino; torna-se possível a partir de uma postura interna do professor – a postura aqui está relacionada ao como e onde colocamos nosso coração quando fazemos algo. Reafirmo que esse relato é apenas uma síntese em relação a outras experiências que tenho vivenciado no contexto educacional com educandos e educadores. Tem surtido efeito também no contexto familiar &#8211; algo inesperado tem acontecido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, só tenho a agradecer à Pedagogia Sistêmica por ter me proporcionado esse conhecimento que vem trazendo para mim tantas descobertas e redescobertas, influenciando positivamente tanto a minha vida profissional quanto a pessoal. Minha gratidão a meus pais, que me deram a vida, a qual já estava programada, acredito. Gratidão aos meus pais adotivos que cuidaram e me encaminharam na vida. Gratidão ao meu primeiro professor que me ensinou as primeiras letras e primeiros números – meu pai adotivo &#8211; que amorosamente cantava as letras e números para que eu aprendesse com prazer. A cartilha de ABC e a Tabuada foram a minha base. Em nome dele reverencio todos os outros professores que fizeram e fazem parte desse processo de ensino aprendizagem em minha vida.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-weight: 400;">Maria de Fátima Barbosa, Natal-RN, 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bibliografia:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Formação em Pedagogia Sistêmica com a Educação com base nos ensinamentos de Bert Hellinger</span></p>
<p>FONSECA<b>,</b><span style="font-weight: 400;"> Hellen Vieira da. </span><b>As aventuras da professora Tina</b><span style="font-weight: 400;">-Bonecos de Força. Editora Editar e Artes Brasília, 2018.</span></p>
<p>VIEIRA<span style="font-weight: 400;">, Jean Lucy Toledo. </span><b>Introdução à Pedagogia Sistêmica</b><span style="font-weight: 400;">: uma postura para pais e educadores. Mato Grosso do Sul: Life Editora, 2018.                                                                                 </span></p>
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		<title>A minha história com a Pedagogia Sistêmica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 15:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências pessoais de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha história com a pedagogia sistêmica começa muito antes dos nossos encontros presenciais e de uma forma que demonstra que as coisas não acontecem por acaso, elas acontecem quando tem que acontecer. Era uma quinta-feira, fim de tarde, cheguei do &#8230; </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Minha história com a pedagogia sistêmica começa muito antes dos nossos encontros presenciais e de uma forma que demonstra que as coisas não acontecem por acaso, elas acontecem quando tem que acontecer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Era uma quinta-feira, fim de tarde, cheguei do trabalho de ônibus e parei na casa da minha avó. Após pedir sua benção, disse que precisava ir até o caixa eletrônico de um banco da cidade. Quando estava chegando, avistei uma antiga professora de português, de ensino fundamental, acompanhada de seu esposo. Eram a Cinthia e o Thiago.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por educação e amizade de longa data, dei um grito a fim de cumprimentá-los e eles corresponderam. Depois de uma longa conversa, visto que não nos encontrávamos a um bom tempo, contei que estava lecionando na Universidade Metodista de Piracicaba- UNIMEP, no curso de direito, várias matérias, dentre elas, a disciplina de mediação e conciliação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse momento, a Cinthia perguntou se eu já havia ouvido dizer sobre Pedagogia Sistêmica e constelação familiar. Devido a minha resposta negativa, ela começou a me contar de um curso que ela estava fazendo em uma cidade próxima, sobre Pedagogia Sistêmica que, apesar de ser voltado para professores, também era muito procurado por juízes, promotores e advogados. Sua ânsia em falar e relatar o que ela já tinha vivenciado no curso e os efeitos que ele havia ocasionado em sua vida particular, colocou uma pulga atrás da minha orelha. Ela estava tão empolgada que ela me contou que estava trazendo o curso para a sua escola, a iniciar naquele fim de semana, com uma pessoa mais que especial, aquela que ela caracterizou como uma pessoa excepcional, espetacular e iluminada, Helen Vieira da Fonseca. Nesta oportunidade ela me convidou para fazer o curso e que seria uma ótima oportunidade para ampliar horizontes, principalmente pelo fato de que o curso dar-se-ia na escola em que tinha passado 8 anos da minha vida, da primeira a oitava série.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de quase meia hora de conversa, despedimo-nos e quase fui embora sem utilizar o caixa eletrônico. Ao chegar em casa, contei para minha mãe sobre quem havia encontrado e sobre o que conversamos. Minha mãe, uma pessoa muito a frente do seu tempo e minha impulsionadora quando o assunto é especializações, não teve dúvida ao afirmar: Angelina, é uma chance! Aproveite e faça esse curso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No outro dia mesmo, enviei uma mensagem para a Cinthia para confirmar minha participação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir desse momento, eu, como sofro por antecipação, estava muito angustiada por não saber quem poderia encontrar, o que seria passado e que tipo de dinâmica seria passado, já que, apesar de ser muito extrovertida em alguns momentos, sou muito tímida e tenho muita dificuldade em trabalhar no coletivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No primeiro fim de semana do curso, deparei-me com quase 20 pessoas, entre elas, professoras, psicopedagogas, diretoras e coordenadoras de escola infantil. Na minha cabeça já veio a mensagem: o que você está fazendo aqui, Angelina?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim que as pessoas foram se apresentando, fui percebendo que cada uma que estava ali tinha um propósito, muitas delas, acreditem, sonharam e muito com essa oportunidade, isto é, com o curso e especialmente, com aquela professora, de forma que estavam se deslocando de outras cidades para ali estarem. A partir dessas histórias fui percebendo que minha mãe estava certa: era uma chance que estava tendo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando chegou minha vez, contei toda a minha trajetória escolar e contei como ali tinha chegado, pela relatoria da história contada acima. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bom, o curso começou. A professora se apresentou e mostrou como seria a dinâmica de nossos encontros e uma das frases que me chamou atenção era: não faça os exercícios com os alunos sem a intenção alguma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o primeiro fim de semana de curso terminou, fui para casa, meio irritada, confesso, porque eu ficava me perguntando: como eu vou aplicar o que era passado a alunos de graduação, que precisam cumprir ementa de disciplina e que só querem passar na OAB? Minha preocupação era aplicar o que havia aprendido no curso. Para mim, tudo que eu aprendo, preciso saber como aplicar e para que isso vai me servir e naquele momento eu não entendia como aquele curso iria me ajudar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">om, o tempo passou e o final do segundo semestre de 2019 da faculdade terminou. Era uma quarta-feira, aula de ética profissional, com a turma do décimo semestre, ou seja, última aula de uma turma que nunca mais iria encontrar em sala de graduação. No fim da aula, passei um vídeo que tinha como tema ‘Sucesso’, após a sua visualização, agradeci aos poucos alunos que ali estavam da oportunidade de ter aprendido com eles durante aquele semestre; desejei que fossem felizes no que dali pra frente escolhessem, mas fiz um pedido: pratiquem o respeito com o outro, independentemente do que fizessem, mais uma vez, fiz um apelo a humanização daqueles que lidam com pessoas, da importância de se tratar o outro como um igual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao final da minha fala, um aluno que quase não frequentava às aulas pediu a palavra. Nesta oportunidade, ele disse: professora, eu sei que eu não frequentei muito as suas aulas, mais faltei do que vim, por questões diversas, mas eu queria agradecer pela sua disposição em sala de aula e mais do que isso, você foi a única professora que nos enxergou como iguais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste instante, minha mente parece que deu um ‘tilte’ e pensei: não acredito que o que a Hellen falou se concretizou. Meu mundo parou por uns 5 minutos. Eu me falava inconscientemente: eu consegui aplicar o que a Hellen ensinou, não acredito que eu consegui! Inconscientemente eu estava aplicando as leis do amor em sala de aula, isso mesmo, com pessoas mais velhas do que eu, em um ambiente de graduação e em um curso de direito, isso mesmo, eu tinha conseguido!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Meu coração se encheu de gratidão, amor e tudo o que de sensação boa existe neste mundo, pela minha história, pela minha família, pelas oportunidades, pelos meus alunos e pela Helen Vieira da Fonseca. A partir desse momento me dei conta: se o curso fizer sentido para mim, fará eco aos que estão em minha volta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que eu aprendi com tudo isso que acabei de relatar?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; nada acontece por acaso;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; aproveite as oportunidade que a vida lhe oferece;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; tudo o que você faz, faça para e por você;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; faça tudo sem intenção;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; respeite a história e a família do outro;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; sempre diga, internamente: Eu vejo você; Aqui, você tem lugar; Eu respeito a sua história.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obrigada, DEUS</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obrigada pai, mãe e Paulina, minha irmã</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obrigada vó Carmela, vó Ivone, vô Paulo, vô Osório</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obrigada Tereza, Angela, Juliane, minhas tias</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obrigada Lais, Beatriz, Natalia, Rubens, Maitê, meus primos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obrigada, Cinthia e Thiago</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obrigada, Helen Vieira da Fonseca</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem sou eu?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sou Angelina Cortelazzi Bolzam, filha primogênita de Nivaldo José Bolzam e Paula Ivone Cortelazzi Bolzam; neta primogênita de Osório Luiz Bolzam e Carmem da Cruz Martim Bolzam, meus avós paternos e neta primogênita de Paulo Delfino Cortellazzi e Ivone Severino Cortelazzi; irmã de Paulina Cortelazzi Bolzam; sobrinha primeira de Angela Lídia Cortelazzi, Tereza Delfina Cortelazzi e Juliane de Fátima Cortelazzi e prima de Laís Cortelazzi Porta, Beatriz Cortelazzi Porta, Natalia Cortelazzi Roncato, Rubens Cortelazzi Roncato e Maitê Cortelazzi Defavari.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sábado de Aleluia</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-weight: 400;">Angelina Cortelazzi Bolzam, Rio das Pedras, 2020.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Formação em Pedagogia Sistêmica com a Educação/IHVF</span></p>
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		<title>A mãe: honrando as mulheres do sistema familiar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 19:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências pessoais de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Está tudo certo do jeito que foi! Eu sigo fazendo com alegria e todas vocês serão honradas através de mim…”. Quando me lembro de como a minha mãe estava na minha idade… Ah…! Vou compartilhar com vocês um pouco do &#8230; </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Está tudo certo do jeito que foi! Eu sigo fazendo com alegria e todas vocês serão honradas através de mim…”.</p>
<p>Quando me lembro de como a minha mãe estava na minha idade… Ah…! Vou compartilhar com vocês um pouco do que foi a minha transformação desde a morte da minha mãe.</p>
<p>Ela estava em tratamento médico e foram anos em tratamentos diversos. Eram tantas dores internas e externas…</p>
<p>Alguns anos depois, a doença já estava tomando conta e, logo em seguida, a morte… Um momento em que se mistura não aceitar a realidade e ter que encará-la com tudo que se apresenta. Um momento em que a tristeza tomou conta do meu coração e a frase que pulsava era: “Eu não consigo viver sem ela”. Eu pensava que, se minha mãe morresse tão jovem, eu também teria que morrer. A tristeza tinha que permanecer para me sentir digna de ser sua filha.</p>
<p>A minha mamãe lutava com a sua tristeza. A mamãe dela também era triste e morreu nova. A mamãe dela fazia falta para ela. Eu sempre tentava ajudar minha mãe a suprir essa falta e essa tristeza não dando trabalho e buscando formas para ajudá-la. E não adiantou.</p>
<p>Como me alegrar com a vida se a minha mamãe havia morrido? O que fazer com tudo que ela me falava relacionado às suas tristezas?</p>
<p>Essas eram perguntas constantes. Assim, o meu movimento era trabalhar muito e não pensar no que havia acontecido. E, sem perceber, um dos nossos filhos se movimentava por mim. Naquele momento, ele também queria me ajudar ocupando o meu tempo com problemas escolares e outras dificuldades. Claro que tudo isso acontecia de forma inconsciente. A clareza dessas dinâmicas ocorre hoje.</p>
<p>Dois anos depois da morte de minha mamãe, conheci as leis do amor apresentadas por Bert Hellinger. Cheguei a esse conhecimento por curiosidade e achando que estava tudo bem com a minha maneira de pensar.</p>
<p>Foi impactante! Nada continuou mais como antes. Ao entrar em contato com as leis do amor, eu alcancei uma compreensão e uma clareza sobre a simplicidade da vida. É possível seguir com alegria mesmo com as mortes e as dores que existem no nosso sistema familiar.</p>
<p>O maior presente que ganhei com o olhar sistêmico foi perceber que a minha mãe segue em cada célula do meu corpo. Em mim ela pulsa nas características, nas atitudes e na vida. Compreendi também que todas as vezes em que a tristeza toma conta com o olhar no passado, essas células paralisam e o fluxo do movimento que é a vida “para”.</p>
<p>Foi assim que dia a dia meu coração se abriu para o novo e para as possibilidades que ele oferece. Fui compreendendo que a minha mãe ganhava vida dentro de mim quando olhava para frente e me alegrava fazendo algo bom para o todo, como: cuidar dos filhos, do relacionamento e de mim, servir através do meu trabalho com alegria e olhar para abundância que é a vida. Eu me liberei de reclamar do passado ou ficar triste por sua morte. Passei a concordar com tudo do jeito que foi e tomar a vida que me foi dada com simplicidade e alegria. A maneira como via minha mãe mudou e assim foi mudando o que estava em minha volta. Isso não tem preço!</p>
<p>Desse modo, fui incluindo no meu coração a minha mãe com a minha vovó, com a minha bisavó, com a minha tataravó… todas as mulheres do meu sistema com suas dores e amores que viveram no tempo delas do modo que puderam. Muitas delas em sua vida não tiveram a oportunidade e a facilidade que hoje eu tenho. Muitas delas desejaram fazer diferente, mas não conseguiram. Eu faço. Muitas delas não tinham a permissão para sorrir, e eu tenho. E hoje me alegro com tudo!</p>
<p>Com esta compreensão, percebi que ao fazer com alegria, coragem, amor e foco aquilo que transborda em mim, estava ao mesmo tempo honrando a força de todas em mim. A sensação era a de que eu olhava para todas elas e dizia a frase: “Por favor, me abençoe se eu fizer um pouquinho diferente de vocês. O meu sucesso eu ofereço a vocês. E me alegro!”</p>
<p>Isso foi mágico! Trouxe-me uma nova Hellen, uma mulher leve, com uma alegria e força jamais sentidas. Essa descoberta levou-me para a decisão do “Eu faço” por todas e em homenagem a todas. Venho desabrochando o amor de todas e, claro, cada vez mais respeitando os homens que junto com essas mulheres do meu sistema me trouxeram aqui. A frase que pulsa é:</p>
<p>“Está tudo certo do jeito que foi! Eu sigo fazendo com alegria e todas vocês serão honradas através de mim”.</p>
<p>Aqui eu me emociono… Sinto todas se alegrando!</p>
<p>Homenagem ao Dia Internacional das Mulheres</p>
<p>Aceitar o convite e tirar as fotos em homenagem ao Dia Internacional da Mulher representa essa força. Já na maquiagem, no cabelo e, depois, nas fotos o que pulsava era: Faço por vocês e para vocês. Mãe, avó, bisavó, tataravó… Imagina a alegria da minha vovó Zulmira com esse cabelo produzido que ficou a cara dela. Rsrsrs…</p>
<p>Trouxe a força de todas as mulheres do sistema. Nem eu imaginava o quanto de alegria estaria transbordando ali. O tempo todo eu dizia ao meu coração: Eu faço por todas! E a alegria me atravessou com uma força inexplicável e preenchida de amor. Todas se alegraram com a minha alegria. Todas aplaudiram a minha coragem. Todas receberam juntinho no meu coração. E a tristeza do passado se transforma em fazer com alegria. Essa foi minha grande transformação que transbordou nas fotografias. Me senti plena e muito alegre por todos os passos nesses últimos anos.</p>
<p>Gratidão às mulheres do meu sistema familiar. Gratidão à vida!</p>
<p>Sou uma mulher comum da geração de mulheres comuns. Nós para frente.</p>
<p style="text-align: right;">Hellen Vieira da Fonseca, 2019.</p>
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