<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Experiências sistêmicas escolares - Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</title>
	<atom:link href="https://institutohvf.com/category/experiencias-sistemicas-escolares/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://institutohvf.com/category/experiencias-sistemicas-escolares/</link>
	<description>O Fio Invisível conectando Corações!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 01 Jun 2021 18:49:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.2.9</generator>

<image>
	<url>https://institutohvf.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-favicon-helen-vieira-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Experiências sistêmicas escolares - Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</title>
	<link>https://institutohvf.com/category/experiencias-sistemicas-escolares/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>A força do papai e da Mamãe!</title>
		<link>https://institutohvf.com/a-forca-do-papai-e-da-mamae/</link>
					<comments>https://institutohvf.com/a-forca-do-papai-e-da-mamae/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 15:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências sistêmicas escolares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutohvf.com/?p=10274</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Educação Sistêmica somente fez sentido para mim no momento em que pude unir a teoria à prática.  Sou professora de Educação Infantil e trabalho com crianças entre 3 e 5 anos, faixa etária que requer atenção, respeito e muito &#8230; </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/a-forca-do-papai-e-da-mamae/">A força do papai e da Mamãe!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Educação Sistêmica somente fez sentido para mim no momento em que pude unir a teoria à prática. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sou professora de Educação Infantil e trabalho com crianças entre 3 e 5 anos, faixa etária que requer atenção, respeito e muito amor. Compartilhamos de seis horas do dia, brincando e aprendendo, porém, a saudade do papai e da mamãe é uma constante durante as tardes na escola. Nesses momentos, o apelo pelos pais vem sempre acompanhado de muito choro e saudade e é exatamente nessas situações que o recurso do coração e o fio invisível do amor (FONSECA, 2018) é utilizado e os resultados são sempre impactantes. Ao conectarem-se aos seus pais, manuseando os corações feitos de feltro, imediatamente o choro cessa, os batimentos cardíacos desaceleram e, no vai e vem de amor por meio do cordão, surge o sorriso, completando a conexão. Inicialmente, esse recurso era sempre oferecido. Com o passar do tempo, as crianças começaram a utilizá-lo de maneira espontânea, buscando os corações ao sentirem necessidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do fio invisível que conecta corações, as crianças também utilizam as fotos de suas famílias e os Bonecos de Força (FONSECA, 2018), que estão junto a suas mochilas e são acessados sempre que querem. Nas rodinhas de conversas, em que as crianças estão sentadas de acordo com a ordem de nascimento, o exercício de “Eu vejo você” (FRANKE-GRICKSCH 2005) reforça o sentimento de pertencer àquele lugar, deixando fluir com mais leveza e amor a rotina escolar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sou imensamente grata por conhecer, praticar e participar dessa linda corrente de AMOR! A Pedagogia Sistêmica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-weight: 400;">Maristela Borges Ozio, Porto Alegre-RS, 2019.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bibliografia:</span></p>
<p>FRANKE-GRICKSCH<span style="font-weight: 400;">, Marianne. </span><b>Você é um de nós</b><span style="font-weight: 400;">. Patos de Minas, 2006.</span></p>
<p>FONSECA<span style="font-weight: 400;">, Hellen Vieira da. </span><b>As Aventuras da Professora Tina:</b><span style="font-weight: 400;"> Bonecos de Força. Brasília, Editar Editora e Artes, 2019.</span></p>
<p>FONSECA<span style="font-weight: 400;">, Hellen Vieira da. </span><b>As Aventuras da Professora Tina</b><span style="font-weight: 400;">: O coração e o fio invisível. Editora: Teia Sistêmica, 2021.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/a-forca-do-papai-e-da-mamae/">A força do papai e da Mamãe!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://institutohvf.com/a-forca-do-papai-e-da-mamae/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bullying e os ensinamentos da Pedagogia Sistêmica</title>
		<link>https://institutohvf.com/bullying-e-os-ensinamentos-da-pedagogia-sistemica/</link>
					<comments>https://institutohvf.com/bullying-e-os-ensinamentos-da-pedagogia-sistemica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 14:29:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências sistêmicas escolares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutohvf.com/?p=10263</guid>

					<description><![CDATA[<p>Introdução O presente trabalho constitui-se no relato de experiência de atividades realizadas por uma orientadora educacional, baseadas nos conceitos da Pedagogia Sistêmica, em uma turma de 4º Ano do Ensino Fundamental, na Escola Classe 22 do Gama. As atividades realizadas &#8230; </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/bullying-e-os-ensinamentos-da-pedagogia-sistemica/">Bullying e os ensinamentos da Pedagogia Sistêmica</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Introdução</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O presente trabalho constitui-se no relato de experiência de atividades realizadas por uma orientadora educacional, baseadas nos conceitos da Pedagogia Sistêmica, em uma turma de 4º Ano do Ensino Fundamental, na Escola Classe 22 do Gama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As atividades realizadas tinham por objetivo diminuir as ocorrências de </span><i><span style="font-weight: 400;">bullying</span></i><span style="font-weight: 400;"> e o desrespeito entre os estudantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A professora da turma procurou o Serviço de Orientação Educacional para pedir a realização de um trabalho na turma sobre respeito, pois percebia muitos xingamentos, apelidos desrespeitosos e pequenos conflitos entre os estudantes que causavam estresse e atrapalhavam a condução eficiente da aula.</span></p>
<h3><b>Contextualização e Caracterização da Unidade Escolar:</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A Escola Classe XX do Gama possui um total de XXX estudantes matriculados, organizados em 28 turmas, as quais são divididas em Classe Especial, Educação Infantil e 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A comunidade escolar é muito participativa e é formada por alunos moradores da região do entorno sul do Distrito Federal e alunos que residem em todos os setores do Gama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estudantes vivem em contextos diversos, muitos deles convivem com situações de violência física e estrutural. Sendo assim, a demanda do Serviço de Orientação Educacional desta Instituição de Ensino é grande e atende com frequência casos como: violência doméstica, </span><i><span style="font-weight: 400;">bullying</span></i><span style="font-weight: 400;">, fome, abuso sexual, falta de acompanhamento familiar, negligência, entre outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a instituição tem enfrentado mais dois grandes desafios que afetam diretamente a qualidade do atendimento prestado pela Equipe de Apoio: </span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">falta de estrutura e de locais adequados para realizar os encaminhamentos dos alunos que moram no entorno, pois, nessa região, o trabalho dos conselhos tutelares e da rede de saúde é bastante precário e praticamente não há locais para encaminhar crianças que necessitem de atendimento extraclasse (esportes, reforço, atendimento médico etc.);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"> ausência de psicólogo na Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem para realizar avaliação e atendimento aos estudantes com transtornos (TDAH, DPAC, Dislexia e outros). Além disso, o trabalho do Serviço de Orientação Educacional é integrado com o da Sala de Recursos e da Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem (pedagoga). </span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Destaca-se que uma das grandes queixas dos professores era de que a comunidade era muito participativa em eventos e atividades promovidos pela escola, contudo, faltava a participação efetiva durante as reuniões e demais convocações feitas pela escola. Cenário esse que tem melhorado, pois muitos dos pais que não podem comparecer nos dias das reuniões têm comparecido à escola em outros momentos por convocação do SOE, da SR ou da Direção. No entanto, ainda há certa dificuldade com alguns pais que residem no entorno e não conseguem acompanhar de maneira sistemática a vida escolar dos filhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ressalta-se que a Equipe de Apoio (Serviço de Orientação Educacional e Sala de Recursos) desta Instituição de Ensino tem tido boa avaliação por toda a comunidade escolar, que reconhece a importância e a necessidade do trabalho realizado.</span></p>
<p><b>Tema: </b><span style="font-weight: 400;">Eu tenho a força</span></p>
<h3><b>Materiais Utilizados:</b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">livro: </span><b>Eu tenho a força: a separação não existe.</b><span style="font-weight: 400;"> </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Autora: Emanuelle Weyl da Cunha Amoury. Editora Viseu.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">livro:</span><b> As aventuras da Professora Tina e os Bonecos de Força.</b><span style="font-weight: 400;"> Autora: Hellen Vieira da Fonseca.Editar Editora e Artes.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">20 cópias do Anexo B – Bonecos de Força – p. 49 do livro As Aventuras da Professora Tina e os Bonecos de Força.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">20 copias do Anexo C – Desenho do Coração – p. 50 do livro As Aventuras da Professora Tina e os Bonecos de Força.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">lápis de escrever;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">lápis de cor;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">papéis coloridos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">papéis brancos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">cola;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">fita crepe.</span></li>
</ul>
<h3><b>Descrição da Experiência:</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A atividade iniciou-se com muita agitação, pois organizamos as cadeiras, que estavam enfileiradas, em semicírculo. Após fazermos isso, cada estudante escolheu onde se sentar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, os estudantes foram questionados sobre como se sentiam naquele lugar. A maioria afirmou que gostou de onde estava sentada. Logo percebemos que se sentavam em “panelinhas”, meninos separados de meninas e alguns ficavam isolados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois, a orientadora entregou uma folha de papel em branco e pediu para que cada estudante colocasse a data do seu nascimento, para, depois, organizarem-se de acordo com a ordem de nascimento: do mais velho para o mais novo, em sentido horário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse momento, instaurou-se uma grande confusão. Foi necessário a intervenção e mediação para que conseguissem se alocar em seus novos lugares. Houve muita reclamação, pois amigos foram separados e meninos e meninas tiveram que ficar lado a lado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um fato interessante é que na turma há um casal de gêmeos (um menino e uma menina) e, como nasceram no mesmo dia, tivemos de verificar o horário de nascimento de cada um. É importante frisar que a menina não gostou de jeito nenhum de ficar ao lado do irmão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Houve reclamação generalizada quanto ao local onde cada um ficou. É sabido que a turma, pelo próprio comportamento, gosta de desafiar e não aceita regras. Foi difícil que aceitassem seus novos lugares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia seguinte, os estudantes acharam que voltariam para o mapeamento antigo. Então, sentaram-se em seus antigos lugares. Após a chegada da orientadora e da professora, foram organizados novamente de acordo com o novo mapeamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após realocarmos os estudantes de acordo com o novo mapeamento, fizemos o trabalho com os bonecos de força. Contamos a história “</span><b>Eu tenho a força: a separação não existe”</b><span style="font-weight: 400;"> e pedimos para que os estudantes fizessem um desenho da família. Foi um momento muito prazeroso. Não houve reclamações e todos fizeram a atividade com empenho. Apenas um estudante quis desenhar o padrasto e não o pai verdadeiro. Permitimos que ele fizesse o que lhe deixasse à vontade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois da atividade de desenho, cada estudante se apresentou com os dizeres: Eu sou XXX, filho de XXX e XXX eu sou a misturinha perfeita do meu pai e da minha mãe e eu tenho a força dos meus pais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As frases que seriam completadas foram escritas no quadro para que eles não se esquecessem. Foi possível observar que os estudantes se divertiram muito apresentando seus pais uns para os outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após as apresentações, cada estudante colou seu cartaz com os bonecos de força na parede da sala de aula e foram orientados a respirar a força dos seus pais. Os bonecos de força continuaram em sala de aula durante quase dois meses, depois a professora da turma os retirou. </span></p>
<h3><b>Resultados e Considerações Finais</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Consideramos positivos os resultados do trabalho. A professora da turma relatou mudança de comportamento na turma. Ela informou que os estudantes ficaram mais calmos e que melhoraram as relações interpessoais entre eles.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A postura da professora foi ótima, pois ela deu continuidade ao trabalho realizado e sempre buscava recurso nos bonecos de força quando os estudantes começavam com brincadeiras inadequadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, sempre que acontecia alguma desavença entre os estudantes na sala a professora pedia para cada estudante olhar nos olhos do outro e dizer: “eu vejo você, eu vejo você do jeito que você é”, aqui você tem um lugar, você faz parte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A professora relatou que parecia mágica. Logo após essa fala, os estudantes melhoravam o comportamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nota-se, portanto, que foram positivos os resultados obtidos com a realização das atividades baseadas nos recursos da Pedagogia Sistêmica. Acreditamos que o trabalho desenvolvido por professores em suas turmas desde o início do ano letivo pode gerar resultados ainda melhores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O nosso desafio agora é desenvolver a formação sobre o tema com os professores e nosso sonho é que a escola tenha nos alicerces do Plano Pedagógico a Pedagogia Sistêmica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-weight: 400;">Ana Cláudia Costa Medeiros, Gama-DF, 2018.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bibliografia:</span></p>
<p>AMOURY<span style="font-weight: 400;">, Emanuelle Weyl da Cunha. </span><b>Eu tenho a força</b><span style="font-weight: 400;">: A separação não existe. Brasília, Editora Viseu, 2018.</span></p>
<p>FONSECA<span style="font-weight: 400;">, Hellen Vieira da. </span><b>As Aventuras da Professora Tina</b><span style="font-weight: 400;">-Bonecos de Força. Brasília, Editar: Editora e Artes, 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Formação em </span><b>Pedagogia Sistêmica</b><span style="font-weight: 400;"> com a Educação com base nos ensinamentos de Bert Hellinger. IHVF</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/bullying-e-os-ensinamentos-da-pedagogia-sistemica/">Bullying e os ensinamentos da Pedagogia Sistêmica</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://institutohvf.com/bullying-e-os-ensinamentos-da-pedagogia-sistemica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Compartilhando vivências através da conexão do amor: uma experiência com a Pedagogia Sistêmica</title>
		<link>https://institutohvf.com/compartilhando-vivencias-atraves-da-conexao-do-amor-uma-experiencia-com-a-pedagogia-sistemica/</link>
					<comments>https://institutohvf.com/compartilhando-vivencias-atraves-da-conexao-do-amor-uma-experiencia-com-a-pedagogia-sistemica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 14:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências sistêmicas escolares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutohvf.com/?p=10249</guid>

					<description><![CDATA[<p>Resumo Relatar as experiências vivencias durante atividades de intervenção realizadas com jovens de uma instituição de ensino particular. Um estudo descritivo, relatos de experiência. As atividades foram desenvolvidas com alunos do Ensino Fundamental Anos Finais, do sexto ao nono ano, &#8230; </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/compartilhando-vivencias-atraves-da-conexao-do-amor-uma-experiencia-com-a-pedagogia-sistemica/">Compartilhando vivências através da conexão do amor: uma experiência com a Pedagogia Sistêmica</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Resumo</h3>
<p>Relatar as experiências vivencias durante atividades de intervenção realizadas com jovens de uma instituição de ensino particular. Um estudo descritivo, relatos de experiência. As atividades foram desenvolvidas com alunos do Ensino Fundamental Anos Finais, do sexto ao nono ano, em uma instituição de ensino particular localizada na cidade de Rio das Pedras/SP. Percebeu-se que ao apresentar a atividade proposta aos alunos em uma escola envolve vários processos e “descobre-se”: medos, inseguranças, dificuldades de aprendizagem, falta de relacionamento familiar, e quantos outros, tanto em relação aos pais, quanto aos professores e alunos. Adentrar-se às práticas da pedagogia sistêmica nos permite entender e conhecer um pouco mais quem somos nós e de onde viemos, é estudar, aprender e respirar o amor e a essências da nossa família.</p>
<h3>Introdução</h3>
<p>A pedagogia sistêmica é uma nova forma de olhar e explicar o processo educativo, que pressupõe que na aula interagem o professor, os alunos e a escola, todos com suas histórias específicas, suas origens, seus valores e suas normas.<br />
O que a Pedagogia Sistêmica tem mostrado com muita clareza é que, quando o sistema de ensino permite, reconhece e valoriza a presença invisível e permanente do sistema familiar da criança no dia a dia escolar, uma nova possibilidade de educação e desenvolvimento surge no aluno, com resultados poderosos e surpreendentes.<br />
Desta forma, foram mediadas as atividades com os alunos do Ensino Fundamental Anos Finais, com uma proposta simples e clara que convidou e reconheceu o grande componente interno de cada um para o seu processo de desenvolvimento. Durante esse processo, foram explicas todas as atividades de maneira detalhada dando à eles exemplos “concretos”, ou seja, do(a) próprio(a) professor(a) que ministrou e realizou os tais exercícios, como: A professora explicou de maneira simples a figura do boneco de força, dando à eles exemplos de sua própria vivencia, explicando seus sentimentos ao realizar a atividade, bem como suas expectativas e reações. Uma outra atividade que fora proposta aos mesmos alunos, foi a atividade do fotograma, cuja mesma fora adaptada para a faixa etária dos alunos.</p>
<h3>Descrição</h3>
<p>Ordem da vida<br />
Inicialmente, fora aplicado a ordem da vida, onde todos os alunos foram colocados em seus devidos lugares, mostrando à eles que a ordem é necessária e precisa para uma boa convivência em grupo, principalmente em sala de aula. As suas carteiras foram disponibilizadas em sala de aula em forma de U colocando-os em ordem cronológica, a ordem da vida (do mais velho para o mais novo).<br />
Em um primeiro momento, os alunos acharam engraçado, alguns até começaram a se recusar a sentar-se dessa forma, mas ao verem os demais e perceber que ali estavam confortáveis, acabaram aceitando seus lugares, com certas restrições como: “levantando-se a todo momento, incomodando ao outro, etc.” Até então, perceberem que ali era o seu devido lugar, sem restrições, sem julgamentos, simplesmente cada um aceitando o seu lugar.</p>
<h3>Bonecos de força</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A atividade do livro As Aventuras da Professora Tina: Bonecos de Força (FONSECA, 2019) foi realizada com os alunos do Ensino Fundamental Anos Finais do sexto ao nono ano. Primeiramente, a professora explicou aos alunos o que seriam os bonecos de força, mostrou-lhes suas representações dando a eles o exemplo de sua prática e vivência no curso de pedagogia sistêmica. Ao explicar a eles a intenção do boneco de forças, a professora mostrou os seus bonecos, a sua representação. Com isso, explicou-lhes o passo a passo da atividade. Durante o exercício, a professora fora dizendo palavras motivadoras, reflexivas e lhes pediu permissão para fotografá-los enquanto realizavam a atividade. Ao caminhar na sala enquanto os alunos realizavam o exercício, a professora notou que alguns de seus alunos não queriam representar seus pais, diziam que pelo fato de não terem contato ou simplesmente por não querer, outros nem motivos deram, apenas afirmaram que não queriam. Ao se deparar com isso, a professora insistiu e explicou-lhes que mesmo não tendo contato ou por não querermos representar os nossos pais, mesmo assim eles são nossos pais, com todas as suas características, defeitos, jeitos, manias e costumes e que assim de qualquer forma devemos respeitá-los. Mesmo com toda a insistência e explicação ainda assim, havia aquele que não queria representar. A professora deixou, e pediu para que ele(a) respirasse e deixasse sentir em seu coração o que lhe faria melhor. Ao final, o aluno cedeu e representou seu pai, como deveria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao término da atividade, a professora colocou uma música linda, calma e profunda. Ao ouvirem a música, a professora solicitou que todos ficassem em pé, respirassem o amor de seus pais e andassem pela sala apresentando-lhes aos seus amigos. Para o andamento da atividade a professora iniciou a segunda parte do exercício, perpassou aluno por aluno apresentando-lhes a sua família. Foi uma experiencia incrível, em que todos participaram de maneira tímida, mas respeitosa para com o outro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Abaixo, é possível observar um pouco da realização da atividade do boneco de força. </span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-10256" src="https://institutohvf.com/wp-content/uploads/2021/05/Capturar-300x290.png" alt="" width="469" height="453" srcset="https://institutohvf.com/wp-content/uploads/2021/05/Capturar-300x290.png 300w, https://institutohvf.com/wp-content/uploads/2021/05/Capturar.png 576w" sizes="(max-width: 469px) 100vw, 469px" /></p>
<h3><strong>Fotograma e Genograma</strong></h3>
<p>A atividade do fotograma, fora realizada com os alunos do Ensino Fundamental Anos Finais, do sexto ao nono ano. De maneira simplificada e “modificada” os alunos do sexto e sétimo ano realizaram a atividade utilizando diferentes recursos como: vídeos, slides e desenhos.</p>
<p>Em um primeiro momento fora explicado a eles o objetivo do fotograma e do genograma conforme explicado à professora em seu curso de pedagogia sistêmica:</p>
<blockquote style="color: ##000000; font-size: 12px;"><p><strong>O fotograma é um trabalho que, aliado ao genograma, possibilita fazer conexões do que aconteceu na história de uma família e obter uma imagem completa do sistema. Dessa maneira é possível colocar símbolos e informações relevantes, por exemplo, a imagem de um mapa com muitos detalhes que existem. O fotograma é considerado uma espécie de álbum de fotografias da família, no qual procuramos uma seleção precisa de acontecimentos significativos do nosso processo de vida ligado à nossa linhagem. Um olhar de partes que nos conecta a um outro tipo de registros relacionados às dinâmicas familiares” (VILAGINÉS, 2008)</strong></p></blockquote>
<p>Após a explicação fora solicitado aos alunos que os realizassem de forma dinâmica, onde poderiam utilizar variados recursos para as suas exposições. A mesma, fora explicada em forma de recado aos pais, que junto a seus filhos realizaram em família a atividade. E assim, de maneira “divertida”, inspiradora e familiar os alunos usaram e abusaram da criatividade elaborando a atividade.</p>
<p>Abaixo, anexo algumas fotos do genograma realizados por alguns alunos do sexto ano.</p>
<p>O fotograma, realizado pelos alunos do sétimo ano, foram realizados em forma de vídeos, portanto não há possibilidade de anexo.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-10253" src="https://institutohvf.com/wp-content/uploads/2021/05/Desenho-02-223x300.jpg" alt="" width="223" height="300" srcset="https://institutohvf.com/wp-content/uploads/2021/05/Desenho-02-223x300.jpg 223w, https://institutohvf.com/wp-content/uploads/2021/05/Desenho-02.jpg 346w" sizes="(max-width: 223px) 100vw, 223px" /> <img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-10251" src="https://institutohvf.com/wp-content/uploads/2021/05/Desenho-04-226x300.jpg" alt="" width="226" height="300" srcset="https://institutohvf.com/wp-content/uploads/2021/05/Desenho-04-226x300.jpg 226w, https://institutohvf.com/wp-content/uploads/2021/05/Desenho-04.jpg 352w" sizes="(max-width: 226px) 100vw, 226px" /></p>
<h3><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>Com a realização de todas essas atividades, me fez pensar enquanto profissional o quanto conhecer, reconhecer e entender a nossa família é importante pois, nossa família é um sistema, um campo de energia no interior do qual, nós evoluímos e crescemos. Cada um, desde seu nascimento, vai ser uma parte deste todo. Afinal, somos uma junção de tudo, dos nossos pais e de seus ancestrais. Reconhecer e aceitar todas essas pessoas, com seus jeitos, costumes e maneiras de ser nos faz crescer e nos aceitar do jeito que somos. Além disso, nos mostra o quão diferentes somos, cada um com sua particularidade, as quais também nos foram concedidas. Aceitar as forças dos nossos pais e dos nossos ancestrais é nos aceitar e poder passar tudo isso e ver o entendimento deles ao realizarem todas essas atividades é muito gratificante, mais gratificante ainda é vê-los respeitando uns aos outros e também a seus pais. Isso não tem preço!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>FONSECA, Hellen Vieira da. As <strong>Aventuras da Professora Tina:</strong> Bonecos de Força. Brasília, Editar Editora e Artes, 2019.</p>
<p>VILAGINÉS, Mercé Traveset. <strong>La pedagogia sistêmica: fundamentos y prática.</strong> Barcelona: Editorial Graó, de IRIF, S.L 2008.</p>
<p>Formação em Pedagogia Sistêmica com a Educação – Instituto Hellen Vieira da Fonseca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/compartilhando-vivencias-atraves-da-conexao-do-amor-uma-experiencia-com-a-pedagogia-sistemica/">Compartilhando vivências através da conexão do amor: uma experiência com a Pedagogia Sistêmica</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://institutohvf.com/compartilhando-vivencias-atraves-da-conexao-do-amor-uma-experiencia-com-a-pedagogia-sistemica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Meu aluno com TEA-Transtorno do Espectro Autista</title>
		<link>https://institutohvf.com/meu-aluno-com-tea-transtorno-do-espectro-autista/</link>
					<comments>https://institutohvf.com/meu-aluno-com-tea-transtorno-do-espectro-autista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 20:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências sistêmicas escolares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutohvf.com/?p=9265</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Após me apresentar na escola, assumi uma turma inclusiva com 15 alunos, sendo dois deles diagnosticados com TEA-Transtorno do Espectro Autista. Na sala de aula há uma monitora para acompanhar os dois alunos com autismo. Certo dia, um deles começou &#8230; </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/meu-aluno-com-tea-transtorno-do-espectro-autista/">Meu aluno com TEA-Transtorno do Espectro Autista</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Após me apresentar na escola, assumi uma turma inclusiva com 15 alunos, sendo dois deles diagnosticados com TEA-Transtorno do Espectro Autista. Na sala de aula há uma monitora para acompanhar os dois alunos com autismo. Certo dia, um deles começou a gritar, espernear e se jogar no chão e a monitora já não sabia mais o que fazer.<br />
Eu observei tudo. Segui em direção a ele, cheguei perto e o abracei. Em seguida, falei no ouvido dele: “Está tudo certo! Eu vejo você!” E nesse abraço eu respirei todo amor dos meus pais por mim e o amor dos pais dele por ele. E concordei com ele do jeitinho que ele é.<br />
Pronto! Foi o suficiente. Ele levantou-se do chão e sentou-se no lugar. E eu continuei a aula para todos.<br />
Vibrei de alegria!”</p>
<p style="text-align: right;">
Professora: Vanda Dorea</p>
<p>Talvez ao ler o relato você pergunte: Professora Hellen, só isso? Mas ele tem um diagnóstico de autista.<br />
E a resposta é sempre a mesma: sim! Uma simples e ao mesmo tempo profunda intervenção.<br />
É profunda no momento em que o professor concorda com o aluno e com o sistema familiar dele do jeito que é. É simples quando o professor consegue olhar para o aluno apenas como aluno. Não importa qual o diagnóstico nesse momento. O que importa é o aluno. Ele se sentir pertencente.<br />
Uma criança com ou sem diagnóstico quer se sentir pertencente ao grupo de alunos. Todos fazem parte dessa linha que forma o grupo em sala de aula. O aluno vê a professora no momento em que ela olha amorosamente para ele e inclui todo o sistema familiar, sem julgamento. Ela concorda com ele do jeito que ele é, sem saber nada de sua história. A criança sente um respeito absoluto pela professora e abre um espaço para aprender com ela.</p>
<p>“Nenhum aluno resiste ao olhar amoroso de um professor”.</p>
<p>Um olhar que chega no aluno cheio de concordância, humildade e neutralidade. Não tem preço receber o depoimento da professora Vanda que está experimentando a postura sistêmica. Alegria e leveza estavam vibrando na voz da professora ao fazer o relato. Foi emocionante escutá-la!<br />
Gratidão ao Bert Hellinger por nos apresentar as leis do amor. Leis naturais. Vida.<br />
Gratidão à professora Vanda Dorea por confiar na abordagem sistêmica e seguir.</p>
<p style="text-align: right;">
Hellen Vieira da Fonseca, 2018.</p>
<p>Formação em Pedagogia Sistêmica com a Educação/Brasília-DF</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/meu-aluno-com-tea-transtorno-do-espectro-autista/">Meu aluno com TEA-Transtorno do Espectro Autista</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://institutohvf.com/meu-aluno-com-tea-transtorno-do-espectro-autista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A postura de uma professora sistêmica modificando o contexto em sala de aula</title>
		<link>https://institutohvf.com/a-postura-de-uma-professora-sistemica-modificando-o-contexto-em-sala-de-aula/</link>
					<comments>https://institutohvf.com/a-postura-de-uma-professora-sistemica-modificando-o-contexto-em-sala-de-aula/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 19:59:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências sistêmicas escolares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutohvf.com/?p=9262</guid>

					<description><![CDATA[<p>Hoje meu plano de aula foi pura pedagogia sistêmica Este relato refere-se a uma experiência de aplicação da Pedagogia Sistêmica em uma turma do 3º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública do Distrito Federal. Iniciamos a aula com &#8230; </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/a-postura-de-uma-professora-sistemica-modificando-o-contexto-em-sala-de-aula/">A postura de uma professora sistêmica modificando o contexto em sala de aula</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje meu plano de aula foi pura pedagogia sistêmica</p>
<p>Este relato refere-se a uma experiência de aplicação da Pedagogia Sistêmica em uma turma do 3º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública do Distrito Federal.</p>
<p>Iniciamos a aula com um exercício de imaginação de Marianne Franke: as crianças deitaram sobre a carteira e fecharam os olhos. Pedi a elas que se imaginassem em um jardim e fui falando coisas que tinham nesse jardim. Muitas se deliciavam a cada fala. Concluí com a frase: “embaixo de uma árvore tem um livro e vocês vão abrir o livro e começar a ler”. Criei esse final pensando em muitos alunos que falam que nunca vão conseguir aprender a ler e escrever. Não acreditam na capacidade de aprender a ler e escrever.</p>
<p>Depois entreguei a ficha do nome para a escrita do nome completo e alguns já começaram a falar que não precisavam de ficha, pois sabiam escrever. Com as fichas em mãos nós honramos mamães e papais a partir dos sobrenomes. Em seguida fomos até os corações, pregados na parede da sala, e eu fiz reverência a cada papai e a cada mamãe, concordando com eles do jeitinho que eles são. Eu disse aos alunos: Agora vamos nos sentar e continuar a nossa aula, papai e mamãe de cada um aqui confiam em mim como professora de vocês. Eu sou apenas a professora e agora eles estão aqui com vocês, juntinho de vocês, vendo vocês estudarem.</p>
<p>Os alunos sentaram-se em seus lugares repletos de alegria, era nítido em cada um, e fizeram as atividades em tempo hábil, até mesmo aqueles que começavam a atividade e não concluíam. As intervenções entre eles também chamaram atenção, pois alguns falavam: “Olha seu pai ou sua mãe vendo você se comportando mal”. Muitos apresentaram mudanças de comportamento em sala. Um dos alunos não sabia o nome do pai e nem foi encontrado em seu registro, mas só de lhe dizer que ele tinha um pai que lhe deu a vida e que o guardava no coração onde quer que estivesse, houve imediatamente melhora de seu rendimento escolar, ou seja, após os exercícios sistêmicos. Além disso, alunos que não aceitavam o seu lugar de ordem, passaram a aceitar e eu, apenas sendo a professora Franciene Soares Barbosa de Andrade, senti muito gratidão por tudo isso. Meu coração transborda de alegria.</p>
<p style="text-align: right;">Professora: Franciene S. B. de Andrade/Taguatinga-DF</p>
<p>Formação me Pedagogia Sistêmica com a Educação-IHVF/2017</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/a-postura-de-uma-professora-sistemica-modificando-o-contexto-em-sala-de-aula/">A postura de uma professora sistêmica modificando o contexto em sala de aula</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://institutohvf.com/a-postura-de-uma-professora-sistemica-modificando-o-contexto-em-sala-de-aula/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O conhecimento da Pedagogia Sistêmica na formação de professores do ensino especial</title>
		<link>https://institutohvf.com/o-conhecimento-da-pedagogia-sistemica-na-formacao-de-professores-do-ensino-especial/</link>
					<comments>https://institutohvf.com/o-conhecimento-da-pedagogia-sistemica-na-formacao-de-professores-do-ensino-especial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 19:56:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências sistêmicas escolares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutohvf.com/?p=9256</guid>

					<description><![CDATA[<p>Minha atuação em cursos Há muitos anos venho trabalhando com cursos de formação para professores da Educação Especial e nestes cursos minha atuação sempre esteve voltada para teoria e prática envolvendo movimentos que pudessem trabalhar os profissionais em um âmbito &#8230; </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/o-conhecimento-da-pedagogia-sistemica-na-formacao-de-professores-do-ensino-especial/">O conhecimento da Pedagogia Sistêmica na formação de professores do ensino especial</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Minha atuação em cursos</h3>
<p>Há muitos anos venho trabalhando com cursos de formação para professores da Educação Especial e nestes cursos minha atuação sempre esteve voltada para teoria e prática envolvendo movimentos que pudessem trabalhar os profissionais em um âmbito maior de reflexão. Mesmo com o pouco conhecimento relacionado ao trabalho sistêmico fenomenológico de Bert Hellinger, parece que esta postura vai tomando conta do nosso interior e nosso olhar sistêmico vai ficando cada vez mais intenso, passando a atuar com ela em todos os momentos. Humildemente vou relatar alguns momentos onde o olhar sistêmico foi fundamental para desenvolvimento do curso.</p>
<h3>Aula dos nomes</h3>
<p>Nesta aula falamos da importância do ensino do nome próprio para as crianças, desde a educação infantil. Sempre inicio fazendo uma dinâmica para que os professores relacionem a teoria com a prática. Recortei em papel colorido uma camisa, do lado direito com manga e do lado esquerdo sem manga, entreguei a todos os participantes. Acharam estranha a diferença na manga, mas disse a todos que tinha um objetivo. Pedi que escrevessem em letra de forma o nome deles na parte inferior da camisa, e desenhassem no meio da camisa eles próprios, em seguida falamos sobre a importância do nome e a história de cada nome, depois pedi que escrevessem no lado direito da camisa, com manga, o nome do papai (representando o masculino) e no lado esquerdo, sem manga, o nome da mamãe (representando o feminino). Logo depois pedi que fechassem os olhos e visualizassem o papai e a mamãe atrás deles. Alguns disseram que o pai já havia morrido e disse para visualizar assim mesmo, pois continuava sendo o pai. Depois falamos que a força dos filhos está nos pais, que só podemos estar hoje juntos aqui neste curso graças aos nossos pais que juntos nos deram a vida e também afirmamos que do jeito que eles são, exatamente assim, são os pais certos para nós. Fizemos a relação com os pais dos alunos e pedi que todos naquele momento olhassem para seus alunos. Quando olhamos para os alunos estamos também olhando para os pais dos alunos. Disse que devemos concordar com os pais dos nossos alunos do jeito que são. Claro que gerou alguma polêmica, e houve alguns que se colocaram resistentes, mas disse a todos que quando iniciei a aula olhei para todos com seus pais, concordando com cada um jeito que é, ou seja, concordando com a família de vocês do jeito que é.</p>
<blockquote style="color: ##000000; font-size: 12px;"><p><strong>Para Hellinger (2005), “Uma criança só pode estar bem consigo mesma quando toma seus pais. Toma, é o que eu disse. Isto é, que os tomo do jeito que são e os respeito do jeito que são, sem querer ou desejar algo diferente. Exatamente do jeito que são, eles são certos. Quem toma os pais dessa forma está em paz consigo mesmo, sente-se completo. Seus pais estão presentes dentro dele com toda a força. (p.137).” Em 2004, surge a associação de moradores de Embu Guaçu, buscando atender todas as demandas de moradia às famílias em faixa de vulnerabilidade social. Passando um tempo e com suas atividades paralisadas por falta de recursos e ainda de alguma forma levando assistência a população local.</strong></p></blockquote>
<p>Fizemos um mural com as camisas e ali ficou representado cada um de nós e nossa família. Depois prosseguimos com o conteúdo dos nomes próprios. Aquele momento produziu um efeito maravilhoso em cada um, bastava olhar no semblante das pessoas. A força dos nossos pais atuando conosco durante todo o curso e por toda nossa vida.</p>
<h3>Planejamento</h3>
<p>Uma das aulas foi dedicada ao planejamento. Como já vinha observando que muitos dos professores do curso tinham dificuldade ou resistência a planejar e outros não sabiam como fazer o planejamento e alguns até achavam desnecessário, atuei com um exercício que ajudaria na mudança de postura relacionada ao tema.</p>
<p>Quase no final das atividades fiz a proposta ao grupo para que fizéssemos um exercício.</p>
<p>– “Escolham um colega e fiquem em duplas. Agora vocês vão olhar para este colega e se concentrar”.</p>
<p>Muitos estavam sorrindo quando olhavam para o colega. Pedi que olhassem nos olhos do colega e escolhessem quem seria o professor.</p>
<p><strong>Alguns perguntaram:</strong> &#8211; “O outro será o aluno?”. Respondi que não estaríamos trabalhando com alunos naquele momento e que um seria o professor e o papel do outro eu só esclareceria ao final do exercício. Depois que escolheram pedi que deixassem o olhar do outro atuar e que não deveriam conversar, relaxassem as mãos e que eu iria falar algumas frases para que o professor repetisse.</p>
<p><strong>Para o professor:</strong> &#8211; “Eu não gosto de trabalhar com você”. “Eu tenho resistência em trabalhar com você”. “Você é desnecessário”. “Eu não sei e não quero trabalhar com você”. “Eu não concordo com você e nem com o que vem antes de você”.</p>
<p>Logo em seguida pedi para que prestassem atenção no que estavam sentindo no corpo e alguns disseram que estavam se sentindo mal com o que o professor disse, outros continuavam sorrindo e diziam não sentir nada, outros diziam estar tristes como se quisessem sair daquele lugar.</p>
<p>Disse então a todos que iríamos refazer as frases, que se concentrassem novamente, que eles observassem o corpo e se ao final das frases sentissem vontade de fazer algum movimento, poderiam fazê-lo.</p>
<p>Disse então para o professor repetir: &#8211; “Eu gosto de trabalhar com você”. “É gratificante trabalhar com você”. “Você é necessário, minha resistência acabou”. “Eu quero aprender a trabalhar com você”. “Eu concordo com você e com o que vem antes de você do jeito que é”.</p>
<p>Em seguida, orientei a eles que poderiam fazer o movimento que sentiam vontade: alguns puxaram o professor, outros se abraçaram, outros choraram. Em outros casos era o professor que puxava o outro representante e alguns continuaram sorrindo. Depois trocamos os papéis para que todos tivessem a oportunidade de ser o professor e o outro representante. Após o exercício, revelei a todos que o outro representante era o planejamento, e que eles tiveram a oportunidade de perceber onde estão as dificuldades. Disse a todos também que o planejamento estava ali, ele queria que os professores trabalhassem com ele, respeitando aquilo que se passou e concordando do jeito que as coisas eram, para que as mudanças pudessem acontecer. À frente do planejamento sempre haverá alguém. Sendo assim, que observassem se as dificuldades não estavam relacionadas a esta pessoa, (coordenador, aluno, colegas de trabalho, direção) e não ao planejamento em si.</p>
<h3>Alguns alunos do curso relataram o que sentiram:</h3>
<p>&#8211; “Quando o professor parou de falar fiquei emocionada e quis puxá-lo para mim”;</p>
<p>&#8211; “Quando eu terminei minha fala a vontade era de pegar o planejamento para fazer algo, parecia que ele me pedia isso, mas não sabia que o representante era o planejamento”.</p>
<p>– “Foi estranho, mas o meu olhar enquanto planejamento estava apaixonado pelo professor”.</p>
<p>&#8211; “Eu só queria rir e não consegui sentir nada”.</p>
<p>Estes relatos foram os que ficaram registrados. Pedi a todos que sentissem o que aconteceu com cada um, não precisavam mais relatar, mas que deveriam buscar perceber como lá no fundo aquela vivência poderia ajudá-los no trabalho&#8230;</p>
<p>Aquele momento foi muito importante para a continuidade do curso e para a atuação dos professores no próximo planejamento. Pude observar no decorrer do ano uma grande melhora em relação ao planejamento. Reconheço que os ensinamentos de Bert Hellinger nos abrem muitas oportunidades, quando estamos conectados a ele. Humildemente agradeço.</p>
<p style="text-align: right;">Hellen Vieira da Fonseca-Taguatinga-DF/2016</p>
<p style="text-align: left;">Referência Bibliográfica:</p>
<p style="text-align: left;">HELLINGER, Bert. <strong>A fonte não precisa perguntar pelo caminho.</strong> – Patos de Minas, MG: editora Atman, p.137, 2005.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/o-conhecimento-da-pedagogia-sistemica-na-formacao-de-professores-do-ensino-especial/">O conhecimento da Pedagogia Sistêmica na formação de professores do ensino especial</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://institutohvf.com/o-conhecimento-da-pedagogia-sistemica-na-formacao-de-professores-do-ensino-especial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Experiência de uma diretora de escola com a visão sistêmica de Bert Hellinger</title>
		<link>https://institutohvf.com/experiencia-de-uma-diretora-de-escola-com-a-visao-sistemica-de-bert-hellinger/</link>
					<comments>https://institutohvf.com/experiencia-de-uma-diretora-de-escola-com-a-visao-sistemica-de-bert-hellinger/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 19:52:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências sistêmicas escolares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutohvf.com/?p=9247</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ao conhecer os ensinamentos de Bert Hellinger em grupos de workshops, com Constelações Sistêmicas Familiares, venho aos poucos desenvolvendo uma nova postura que toma conta do meu dia a dia. Na função de diretora de escola pública, senti que algo &#8230; </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/experiencia-de-uma-diretora-de-escola-com-a-visao-sistemica-de-bert-hellinger/">Experiência de uma diretora de escola com a visão sistêmica de Bert Hellinger</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Ao conhecer os ensinamentos de Bert Hellinger em grupos de workshops, com Constelações Sistêmicas Familiares, venho aos poucos desenvolvendo uma nova postura que toma conta do meu dia a dia.</span></p>
<p>Na função de diretora de escola pública, senti que algo faltava e passei a observar como as coisas aconteciam com um novo &#8220;olhar&#8221;, &#8230; acredito que um olhar sistêmico, que veio de encontro após as leituras dos livros &#8220;A alma do negócio” de Jan Jacob Stam e &#8220;Você e um de nós” de Marianne Franke. Aos poucos fui percebendo que o sistema escolar estava em desequilíbrio, não havia respeito pela hierarquia, a ordem estava confusa e como estou há muito tempo na escola constatei que os problemas se repetiam: as novas direções iniciavam bem, mas depois começavam os conflitos, como um filme que contava a mesma história com personagens diferentes. O dar e receber; e o reconhecimento também estavam em desequilíbrio. Existia um sentimento de que se trabalhava muito e com dedicação e se recebia pouco em troca, sentimento esse, presente em todos os setores da escola. Ao encontrar as pessoas que saíram da escola, inclusive as que se aposentaram, essas relataram a falta de algo, como se faltasse reconhecimento.</p>
<p>No caminho do pensamento sistêmico, no meu lugar de diretora e com um novo olhar para todos os que saíram e todos os que estavam na escola, com um imenso amor e respeito a cada um do jeito que cada um é, fazendo parte daquele contexto de relações, iniciei humildemente e devagar uma atuação sistêmica. Com uma força que não consigo explicar, mas com uma grande modificação interna acontecendo não apenas dentro de mim, mas no todo que envolvia aquela escola, vi essa atuação crescer de forma inesperada.</p>
<p>Algumas dessas modificações estou compartilhando em relatos de experiências que proporcionaram mudanças sensíveis no contexto e história dessa escola.</p>
<p>Cito abaixo apenas uma delas.</p>
<h2>Placas de respeito e reconhecimento</h2>
<p>Fizemos uma placa individual contendo: nome e data do período de gestão dos diretores que passaram por esta escola. Estas placas foram afixadas ao lado da placa de inauguração da escola na seqüência da ordem dos dirigentes. No dia do aniversário da escola convidamos os quatro diretores anteriores, apesar de apenas o último poder comparecer, todos foram lembrados e homenageados. Foi um momento mágico onde todos os alunos, os professores, os demais funcionários e pais estiveram presentes com uma emoção que para muitos foi inexplicável.</p>
<p>No momento solene da faixa de inauguração e retirada do pano que cobria as placas fiz um agradecimento a todas as diretoras que vieram antes citando o nome completo de cada uma e o tempo de gestão, agradeci o empenho e dedicação, a forma individual em que cada uma conduziu no trabalho, o respeito que tiveram por todos que passaram e ainda estavam na escola e que entendia que a forma com que dirigiram a escola foi a certa para aquele momento. Olhei nos olhos da diretora anterior a minha gestão, senti meus pais como se estivessem atrás de mim e pude também sentir como se os pais dela estivessem atrás dela e senti a força dos quatro diretores que vieram antes, agradeci e pedi com respeito que ela olhasse para o meu trabalho e para tudo que eu fizesse ali naquela escola com carinho. Fiz uma grande reverência a ela e extensiva a todas as outras que imaginei estarem atrás dela, naquele momento senti que algo muito forte acontecia, mas não consigo descrever; apenas que meu coração estava cheio de alegria, amor e respeito pela oportunidade de viver o momento.</p>
<p>Hoje, quatro anos depois, sei como foi importante o que fizemos naquele dia, mesmo que muitas pessoas ainda não o entendam, iniciou-se um caminho de respeito a tudo e a todos naquela escola, onde as contribuições individuais são importantes, as pessoas passam, mas deixam e levam algo. Fica um sentimento profundo de que o benefício desse trabalho não envolve apenas funcionários, mas os alunos e suas famílias.</p>
<p style="text-align: right;">Hellen Vieira da Fonseca, 2016.</p>
<p>Bibliografia:</p>
<p>FRANKE-GRICKSCH, Marianne. <strong>Você é um de nós.</strong> Patos de Minas, 2006.</p>
<p>STAM, Jan Jakob,<strong> A Alma Do Negócio.</strong> Constelações organizacionais na prática. &#8211; Patos de Minas, 2006.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/experiencia-de-uma-diretora-de-escola-com-a-visao-sistemica-de-bert-hellinger/">Experiência de uma diretora de escola com a visão sistêmica de Bert Hellinger</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://institutohvf.com/experiencia-de-uma-diretora-de-escola-com-a-visao-sistemica-de-bert-hellinger/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O desinteresse pela escola e o sentimento de pena</title>
		<link>https://institutohvf.com/o-desinteresse-pela-escola-e-o-sentimento-de-pena/</link>
					<comments>https://institutohvf.com/o-desinteresse-pela-escola-e-o-sentimento-de-pena/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 19:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências sistêmicas escolares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutohvf.com/?p=9241</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pais e professores ficam angustiados com crianças que apresentam desinteresse pela escola. O que acontece com uma criança que não quer aprender? Para onde ela está olhando? A resposta é simples: Toda criança quer aprender. Toda criança aprende. O que &#8230; </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/o-desinteresse-pela-escola-e-o-sentimento-de-pena/">O desinteresse pela escola e o sentimento de pena</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pais e professores ficam angustiados com crianças que apresentam desinteresse pela escola. O que acontece com uma criança que não quer aprender? Para onde ela está olhando?</p>
<p>A resposta é simples:<br />
Toda criança quer aprender. Toda criança aprende.</p>
<p>O que está por trás do olhar da criança é o grande desafio para a escola e família. Onde está o seu olhar está o seu foco e lá atua muito amor pelo sistema familiar. Um amor na maioria das vezes inconsciente.</p>
<p>É emocionante vivenciar a mudança de uma criança ou adolescente no momento em que o professor olha para ela respeitando a sua história familiar.</p>
<p>Segue relato:</p>
<p>– Professora, eu posso contar o segredo que você me ensinou para o meu colega que não consegue ler quando estamos nas aulas de reforço?</p>
<p>– Que segredo? Perguntei.</p>
<p>– O de colocar o papai e a mamãe atrás de nós quando não conseguimos ler e fazer as tarefas.</p>
<p>– Claro que sim! Uma alegria! Respondi.</p>
<p>Contextualizando…</p>
<p>Há dois anos o pai de Miriam faleceu em um conflito por drogas e ela passou a morar com a avó paterna. A mãe continuou envolvida nas drogas. Ela se desinteressou pela escola e não conseguia avançar na alfabetização desde a morte do pai.</p>
<p>A professora estava comovida com a história e tinha muita pena da menina. Miriam ia para a escola e não se interessava pelas atividades. Algumas vezes estava triste e, em outras, envolvida em confusões com os colegas.</p>
<p>A orientação para a professora foi de não ter pena, olhar para a força da história de Miriam e ajudá-la a olhar para o seu grande amor: o pai.</p>
<p>A professora passou a incluir o papai e a mamãe de Miriam sem julgamento ou pena quando olhava para a menina. E a ajudou a olhar para a força que atuava nela através dos pais… A força que atuava no seu coração… O efeito foi imediato. A alegria da professora também.</p>
<p>Segundo a professora, faz um mês que ela voltou a participar das aulas e iniciou o processo de leitura. Seu comportamento está se modificando dia a dia e, agora, mantém um sorriso nos lábios… Como vimos, já está até compartilhando suas experiências com os colegas. Relato da professora Helena VC em Taguatinga-DF. Aluna Miriam* de 9 anos.</p>
<p>As crianças são sempre maravilhosas. Elas aprendem com facilidade. Confiar na força que atua na criança, respeitando o seu destino, é abrir possibilidades.</p>
<p style="text-align: right;">Hellen Vieira da Fonseca/Coordenação Intermediária em Taguatinga-DF. 2012.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/o-desinteresse-pela-escola-e-o-sentimento-de-pena/">O desinteresse pela escola e o sentimento de pena</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://institutohvf.com/o-desinteresse-pela-escola-e-o-sentimento-de-pena/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Experiencia na Educação Infantil com “O fio invisível que conecta corações.”</title>
		<link>https://institutohvf.com/experiencia-da-aluna-ana-paula-em-brasilia-df-com-o-livro-as-aventuras-da-professora-tina-o-coracao-e-o-fio-invisivel-por-hellen-vieira-da-fonseca/</link>
					<comments>https://institutohvf.com/experiencia-da-aluna-ana-paula-em-brasilia-df-com-o-livro-as-aventuras-da-professora-tina-o-coracao-e-o-fio-invisivel-por-hellen-vieira-da-fonseca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 19:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências sistêmicas escolares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutohvf.com/?p=9238</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Fio invisível que conecta corações. …Hoje venho relatar o caso de uma aluna de 5 anos, uma menina meiga, carinhosa e supertranquila, que repentinamente começou a chegar à escola bastante abalada, chorando sem parar e chamando pelos pais. Eu &#8230; </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/experiencia-da-aluna-ana-paula-em-brasilia-df-com-o-livro-as-aventuras-da-professora-tina-o-coracao-e-o-fio-invisivel-por-hellen-vieira-da-fonseca/">Experiencia na Educação Infantil com “O fio invisível que conecta corações.”</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>O Fio invisível que conecta corações.</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">…Hoje venho relatar o caso de uma aluna de 5 anos, uma menina meiga, carinhosa e supertranquila, que repentinamente começou a chegar à escola bastante abalada, chorando sem parar e chamando pelos pais. Eu sempre a acolhia, escutava suas lamentações e procurava acalmá-la. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Um certo dia, em que ela chorava desesperadamente, gritou comigo e falou que, se eu não ligasse para a mãe dela ir buscá-la, ela não me obedeceria. No primeiro momento me assustei, depois parei, respirei e me retirei da sala para um ambiente mais tranquilo para poder ouvi-la. O seu discurso era um só: que queria ir embora para casa… Foi então que peguei o coração do fio invisível e falei para ela o seguinte: – Sabe de uma coisa, eu vejo você do jeito que você é, olho para onde você olha quando não quer estar na escola. Sabe, os meus pais moram muito longe de mim, mas você sabia que existe um fio invisível que está ligado diretamente do nosso coração ao coração dos nossos pais e que, mesmo longe, eles estão sempre com a gente? Então convidei-a para respirar o papai e a mamãe. Ela concordou, segurou o coraçãozinho bem forte e fechou os olhos. Nesse momento fiz o movimento no fio de levar o amor dela até os pais e o dos pais até ela. Então acrescentei que o coração do papai e da mamãe se enche de alegria quando ela está bem na escola. Assim, ela foi se acalmando, abriu os olhos devagar, me deu um abraço e voltamos para a sala. Eu dei a ela um coração do fio invisível, para que ela guardasse e sempre que estivesse com saudade dos pais, respirasse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após esse momento soube que os pais dela haviam se separado e um deles já estava com outra pessoa. Com isso, compreendi todo esse movimento, soltei a sementinha e deixei. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, após vários dias, ela chegou até mim e falou assim: – Tia, sabe o coração e o fio que a senhora me deu, ele me ajudou muito, eu amei e estou usando. Eu sorri para ela e disse que estava gostando muito e continuamos a rotina escolar normalmente. Essa aluna queria ser vista e reconhecida com o amor do papai e da mamãe, são os pais certos! Gratidão!</span></p>
<p style="text-align: right;">Ana Paula Brito, 2018.</p>
<p>Bibliografia:<br />
FONSECA, Hellen Vieira. <strong>As Aventuras da Professora Tina:</strong> O coração e o fio invisível. Editora: Teia Sistêmica, 2021.<br />
Formação em Pedagogia Sistêmica com a Educação/IHVF/Sobradinho-DF</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/experiencia-da-aluna-ana-paula-em-brasilia-df-com-o-livro-as-aventuras-da-professora-tina-o-coracao-e-o-fio-invisivel-por-hellen-vieira-da-fonseca/">Experiencia na Educação Infantil com “O fio invisível que conecta corações.”</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://institutohvf.com/experiencia-da-aluna-ana-paula-em-brasilia-df-com-o-livro-as-aventuras-da-professora-tina-o-coracao-e-o-fio-invisivel-por-hellen-vieira-da-fonseca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lentes Sistêmicas: crianças com Transtorno do Espectro Autista-TEA</title>
		<link>https://institutohvf.com/lentes-sistemicas-criancas-com-transtorno-do-espectro-autista-tea/</link>
					<comments>https://institutohvf.com/lentes-sistemicas-criancas-com-transtorno-do-espectro-autista-tea/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hellen Vieira da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 19:31:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiências sistêmicas escolares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutohvf.com/?p=9223</guid>

					<description><![CDATA[<p>Meu nome é Vanda Dorea, conheço a Pedagogia Sistêmica desde 2012 quando comecei a colocar em prática os ensinamentos que recebi. Primeiramente, observo que os efeitos e a prática são em nossa vida pessoal, depois, naturalmente, eles vão expandindo para &#8230; </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/lentes-sistemicas-criancas-com-transtorno-do-espectro-autista-tea/">Lentes Sistêmicas: crianças com Transtorno do Espectro Autista-TEA</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Meu nome é Vanda Dorea, conheço a Pedagogia Sistêmica desde 2012 quando comecei a colocar em prática os ensinamentos que recebi.</p>
<p>Primeiramente, observo que os efeitos e a prática são em nossa vida pessoal, depois, naturalmente, eles vão expandindo para a nossa vida profissional.</p>
<p>No ano de 2017 eu trabalhei com uma turma de Educação Infantil com 2 alunos com espectro autista. Foi um belo desafio!</p>
<p>Com o olhar e a postura sistêmica que conhecemos no curso de Formação em Pedagogia Sistêmica com a Educação do Instituto Helen Vieira da Fonseca, nós aprendemos a olhar para todos os alunos como iguais. Com isso, percebemos que cada um, no seu tempo e com sua força, dá conta.</p>
<p>Contudo, quando você entra em sala e depara-se com a realidade de trabalho, naquele momento, você começa a ficar em dúvida se realmente aquilo vai dar certo… (risos).</p>
<p>A primeira dificuldade enfrentada na relação com um aluno de espectro autista foi um episódio bem singular. Precisava decidir se deixava a porta da sala de aula aberta ou não, pois o aluno saía da sala o tempo todo. Essa situação foi me angustiando e angustiando também a monitora que trabalhava comigo nessa turma. Até os próprios alunos pediam para “fechar a porta senão o Carlinhos fugiria”.</p>
<p>Então, um belo dia acordei, respirei a força dos meus pais que há em mim e disse para a monitora que, naquele dia, nós íamos adotar uma atitude um pouquinho diferente. Disse-lhe que deixaríamos a porta aberta. Quando o “Carlinhos” foi chegando ao portão da escola, eu já olhei para ele com as minhas “Lentes Sistêmicas”. Imaginei-o caminhando com o seu papai e a sua mamãe ao seu lado, olhava para força dele e dizia, internamente, “eu vejo você, você dá conta, no seu tempo, está tudo certo, você tem um lugar no meu coração, você tem os pais certos… eu estou aqui para todos, eu sou apenas a professora, se você quiser aprender comigo, eu estou aqui.”.</p>
<p>Mantive-me nesse movimento o tempo inteiro com ele. Para a nossa grata surpresa, ele entrou na sala e nós já estávamos sentados na rodinha para começar a rotina do dia, cujo início se dava com a tomada do amor dos pais, um belo exercício em que eu levo dois potes transparentes, um com balinhas em formato de coração rosa e outro com formato de coração na cor azul, (cores que eles mesmo escolheram para diferenciar o papai e a mamãe). Nesse exercício, cada um segura um pote por vez, de olhinhos fechados e retira um coraçãozinho, coloca na boca, respira a força e toma o amor do papai e da mamãe. Assim estávamos do começo desse exercício quando “Carlinhos” entrou, sentou-se no meu colo e participou dele juntamente com todos. A partir desse dia as “fugas” da sala diminuíram 90%.</p>
<p>Concordar com o outro do jeitinho que ele é. Do jeito que ele é, é o certo.</p>
<p>Pérolas Sistêmicas entregues a nós. amorosamente pela nossa querida Professora Hellen Vieira da Fonseca.</p>
<p style="text-align: right;">Vanda Dórea, 2017.</p>
<p>Formação em Pedagogia Sistêmica com a Educação/Taguatinga-DF/IHVF</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com/lentes-sistemicas-criancas-com-transtorno-do-espectro-autista-tea/">Lentes Sistêmicas: crianças com Transtorno do Espectro Autista-TEA</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://institutohvf.com">Instituto Hellen Vieira da Fonsceca</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://institutohvf.com/lentes-sistemicas-criancas-com-transtorno-do-espectro-autista-tea/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
